Por: O Ponto

Há muito valemo-nos das fábulas para dizer, de modo eufêmico, verdades cotidianas.
Assim, quando objetos e animais ganham vozes e se submetem a acontecimentos diversos, melhor podemos analisar, na alegoria da história contada, ações e reações nossas. Momento em que repensamos os nossa hábitos e nossos crenças.
Abaixo, uma fábula africana que nos dá oportunidade de ponderamos sobre a real necessidade de noticiar aquilo que ocorre no íntimo dos nossos lares.
“Certo dia, uma mulher estava na cozinha e, ao atiçar a fogueira, deixou cair cinza em cima do seu cão.
O cão queixou-se:
– A senhora, por favor, não me queime!

Ela ficou muito espantada: um cão a falar! Até parecia mentira… Assustada, resolveu bater-lhe com o pau com que mexia a comida. Mas o pau também falou:- O cão não me fez mal. Não quero bater-lhe!

A senhora já não sabia o que fazer e resolveu contar às vizinhas o que se tinha passado com o cão e o pau.

Mas, quando ia sair de casa a porta, com um ar zangado, avisou-a:

– Não saias daqui e pensas no que aconteceu. Os segredos da nossa casa não devem ser espalhados pelos vizinhos.
A senhora percebeu o conselho da porta. Pensou que tudo começara porque tratara mal o seu cão. Então, pediu-lhe desculpa e repartiu o almoço com ele.”
Comentário: é fundamental sabermos conviver uns com os outros, assegurar o respeito mútuo, embora às vezes seja difícil.
Lenda via O Ponto

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