Por Beny Schmidt

Não é verdade que estejamos vivendo mais que há 2.000 anos. Vários filósofos gregos, por exemplo, foram bastante longevos. Alguns, muito além. Centenários.

A longevidade humana não mudou nunca, cientificamente escrevendo. O que mudou primeiro foi o tamanho da nossa população.

Somos mais de 7 bilhões de habitantes no planeta, talvez 7,5 bilhões e realmente a medicina evita atualmente milhares de mortes prematuras e, com isso, sob este ângulo, e somente nele, vivemos mais hoje em dia.

Mas será que nossa qualidade de vida acompanhou como devia esse aumento do nosso tempo de vida?

Em minha humilde opinião, de jeito nenhum. Falta muita informação acadêmica. Nós, professores de medicina do serviço público do nosso país, dificilmente vamos palestrar na TV, esse grande meio de se falar com a população.

A mídia deturpa a verdade em relação à qualidade de vida.

Mas, para resumir e ser breve: qualidade de vida não é fazer exames de laboratório mensais, não é se automedicar nas farmácias, e não existe medicamento específico para a vida descrito na literatura.

Então, qualidade de vida é: Trabalhar em primeiro lugar. Trabalho, sim.

Em segundo: Alimentação. Não só o que comer, mas o quanto comer. A obesidade hoje é uma epidemia da nossa sociedade.

Terceiro: Esportes. Se mexer é viver.

Deixar a vida te contaminar, ter prazer de viver, não parar de sonhar e querer realizar ainda mais sonhos. Isso sim é qualidade de vida!

Beny Schmidt – Médico, em https://avosidade.com.br/

 

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