Flor de pitaya – Existe coisa mais linda do que o desabrochar dessa flor-espetáculo da natureza, que aqui no Brasil também chamam de “flor-da-noite”, “dama-da-noite”, “cardo-ananás”, “flor-da-lua” e também “pitaia”, ou “pitaya”, como a planta e a própria fruta?

Por Zezé Weiss

Nasceu a primeira flor de pitaya no quintal da Vizi. A foto dessa lindura amarelo-claro com exuberante miolo dourado, parecendo que tem outra flor nascendo de dentro dela, a Vizi mandou via zap, no meio da manhã calorenta, quando o sol já esturricava e, lá no pé, a bela dama da noite havia se retirado para o sono transformador que fará dela um lindo fruto vermelho.

De lá pra cá ando fuçando, tentando saber mais sobre a flor da pitaya. Descobri que Hylocereus undatus é o nome do cactus, de origem provavelmente mexicana, que gera essas flores enormes e intensamente perfumadas, que duram só uma noite, e que é delas que vem a pitaya, também conhecida como fruta do dragão, cada vez mais usada no Brasil para fins diversos, inclusive medicinais.

Mas essa já é outra história. Voltemos pra “rainha-da-noite”, que aqui no Brasil também chamam de “flor-da-noite”, “dama-da-noite”, “cardo-ananás”, “flor-da-lua” e também “pitaia”, ou “pitaya”, como a planta e a própria fruta.

Já em língua espanhola, ganha os nomes de “reina-de-la-noche”, “flor-de-cadiz”, ‘pithaya-orejona”. Em inglês, é chamada de “dragonfruit”, “belle-of-the-night”, e no Oriente, de “flor-da-fruta-do-dragão”, alguns dizem que por conta do caule que antecede as flores, que é formado por gomos recobertos de escamas, que guardam semelhança com as figuras tradicionais dos dragões.

O certo é que o nome pitahaya vem de palavra indígena que quer dizer “fruto de escamas”. O certo também é que acordei tarde para ver o desabrochar da primeira flor de pitaya do quintal da minha Vizi. Mas os vídeos disponíveis na internet mostram um espetáculo estonteante! Dá uma olhada nesse aí!

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