Por Eduardo Pereira

Henry Walter Bates (1825 – 1892) assim descreve  a palmeira jacitara (Desmoncus polyacanthos Mart.):

“[…] Há mesmo um  gênero de      palmeiras trepadeiras (Desmoncus), cujas espécies são    conhecidas                       em língua tupi por jacitara. Apresentam elas hastes muito espinhosas, flexuosas, que se estendem de uma árvore a outra, pelo alto, e alcançam um tamanho incrível. As folhas que têm a forma característica da família, surgem com longos intervalos, em vez de formar a densa coroa apical, e são providas de certo número   de   longos   espinhos recurvos apicais.

Tais   órgãos  são   excelentes auxiliares que permitem à jacitara agarrar-se em sua ascensão, mas são muito incômodos para o viajante, pois às vezes pendem sobre a estrada e se prendem às roupas e ao chapéu, arrancando este último ou rasgando aquelas. […]” Celestino Pesce, em Oleaginosas da Amazônia (NEAD, 2009), descreve a jacitara como uma palmeira espinhenta  de até 15 metros de altura, com 1  a  1,5 cm de diâmetro, folhas de 40 a 90 cm de comprimento e frutos obovóides, vermelhos, de 1,5 cm de comprimento.

 

Eduardo Pereira Sociólogo.

@weiss_guru

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