“Paz sem voz não é paz. É medo!”

A prisão preventiva de quatro membros da Brigada de Alter do Chão, que desde 2018 atua na região do Oeste do Pará, causou grande perplexidade a eles e a todos os cidadãos de bem que sempre lutaram em prol da preservação da Amazônia.

Os brigadistas desde o início têm contribuído com as investigações policiais sobre o fogo na região da APA de Alter do Chão em setembro. Inclusive, já haviam sido ouvidos na Delegacia de Polícia Civil e colaborado de forma efetiva no Inquérito após incêndio que eles mesmos ajudaram a combater, deixando suas famílias e trabalhos em nome dessa causa a que se dedicam. Forneceram informações e documentos às autoridades policiais de forma completamente voluntária.

Neste momento, a Defesa Técnica dos brigadistas está tomando todas as providências legais para colocá-los em liberdade imediatamente. Com toda a absoluta certeza, a verdade real dos fatos virá à tona ao longo da Instrução Processual e a inocência da Brigada será provada. A Defesa entende que neste momento, os requisitos autorizadores da Prisão Preventiva existentes no Artigo 312 do Código de Processo Penal de forma alguma restam evidenciados.

Texto de Wagna Soares Araí  via Facebook

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