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Poemas & Poesias

Travessia

Travessia batista filho não vi o farol não vi o porto. atento à tempestade tampouco vi o céu. vivi meu tempo menos pelejando com a fúria dos ventos e sim em busca do que habita as profundezas abissais. mergulhei como quem voa e ao dobrar o tormentoso cabo quase quebro a esperança. foi quando um …

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A Perda

A Perda Somente o ar seco e deserto/De dias iguais./Quando se perde o amor/Perde-se a vida. Por Fernanda Villas Bôas Quando se perde o amor Perde-se a si mesmo Os cacos ficam espalhados E você pisa falso Não há como colar O ser que ama Ama por inteiro E não há mais porta para abrir Você …

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Em um sereno

Em um sereno Por Bernardo Élis  Senhores, não sou de barro E muito menos de ferro! Sou homem, por isso erro, E muitas vezes me desgarro.   Mas vendo um vate o pigarro Sacudir e o verbo perro Soltar à gente num berro, Era um sarau tão bizarro,   Perco a cabeça e me embirro …

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“Com licença poética”

Com licença poética Adélia Prado Quando nasci um anjo esbelto, desses que tocam trombeta, anunciou: vai carregar bandeira. Cargo muito pesado pra mulher, esta espécie ainda envergonhada. Aceito os subterfúgios que me cabem, sem precisar mentir. Não sou tão feia que não possa casar, acho o Rio de Janeiro uma beleza e ora sim, ora …

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Fênix

Fênix – Aluízio Mathias Numa antiga folha de jornal vi, de repente, uma notícia boa: li que o remédio para esse meu mal é ter uma vida à toa, e que todo início, quase sempre, começa no final… Quem é Aluízio Mathias? Aluízio Mathias nasceu em Natal/RN, aos 4 de novembro de 1962. Envolveu-se com …

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SOBRE A VIOLÊNCIA

SOBRE A VIOLÊNCIA    Bertold Brecht   A corrente impetuosa é chamada de violenta Mas o leito do rio que a contém Ninguém chama de violento. A tempestade que faz dobrar as betulas É tida como violenta E a tempestade que faz dobrar Os dorsos dos operários na rua? Fonte: libanioneto.com.br    

Audácia

Audácia Fátima Mota Lanço-me sem medo ao mundo de veias abertas lanço-me sem segredos e ouço o grito das gaivotas que branqueiam o mar enquanto nos rochedos a pedra grita ao som das velhas marés. Lanço-me ao in_finito eis-me seta _não sei onde vou parar. Quem é Fátima Mota? Eu poético: Sou de mar e de …

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