DESEJOS

Por: Carlos Drummond de Andrade

“Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada. Para você, desejo todas as cores desta vida. Todas as alegrias que puder sorrir. Todas as músicas que puder emocionar.

Desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família esteja mais unida, que sua vida seja mais bem vivida. Gostaria de lhe desejar tantas coisas,  mas nada seria suficiente…

Então, desejo apenas que você tenha muito desejos.

Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto, ao rumo de sua felicidade.”

É com este texto simples e singelo, do grande poeta Carlos Drummond de Andrade, que nós da Xapuri desejamos a você, suas amizades e seus familiares, um Feliz 2018.

Imagens: Fotos de Bruno Valentim, feitas durante a 1a Conferência Indígena da Ayahuasca, realizada na Terra Indígena Puyanawa, no Acre, em dezembro de 2017, enviadas por nosso parceiro Jairo Lima (www.cronicasindigenistas.blogspot.com.br)

Você sabia?

Carlos Drummond de Andrade (Itabira31 de outubro de 1902 — Rio de Janeiro17 de agosto de 1987) foi um poetacontista e cronista brasileiro, considerado por muitos o mais influente poeta brasileiro do século XX.[1] Drummond foi um dos principais poetas da segunda geração do Modernismo brasileiro.[2]  

Drummond nasceu na cidade de Itabira, em Minas Gerais. Sua memória dessa cidade viria a permear parte de sua obra. Seus antepassados, tanto do lado materno como paterno, pertencem a famílias de há muito tempo estabelecidas no Brasil.[3][4] Posteriormente, foi estudar no Colégio Arnaldo, em Belo Horizonte, e no Colégio Anchieta, dos jesuítas, em Nova Friburgo.[5] Formado em farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais,[6] com Emílio Moura e outros companheiros, fundou “A Revista”, para divulgar o modernismo no Brasil.[7] 

Drummond, como os modernistas, segue a libertação proposta por Mário de Andrade e Oswald de Andrade; com a instituição do verso livre, mostrando que este não depende de um metro fixo.[1] Se dividirmos o modernismo numa corrente mais lírica e subjetiva e outra mais objetiva e concreta, Drummond faria parte da segunda, ao lado do próprio Oswald de Andrade.[1]

Fonte: Wikipedia

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