Essa gente não tem que ser perdoada e, principalmente, não deve ser esquecida

Por  Leandro Fortes

“Lya Luft não está arrependida, nem mesmo pediu desculpas. Está, isto sim, com medo do que vai acontecer a ela e a todos os operadores da direita dentro da mídia que, por ação e omissão, ajudaram a colocar no Palácio do Planalto um psicopata cercado de débeis mentais”, escreve Leandro Fortes, do Jornalistas pela Democracia

A cristandade oculta da esquerda namastê está, outra vez, em polvorosa conosco, os radicais da revolução não cumprida, porque queremos mais é que Lya Luft e essa cambada de fascistas arrependidos queimem no mármore do inferno, se possível, ainda durante a pandemia da Covid-19.

Luft é uma mulher de 81 anos, autodeclarada intelectual e culta, autora de trocentos livros intragáveis sobre os tormentos existenciais da classe média estúpida que a lê (ou lia, sei lá), na revista Veja, onde escreve (ou escrevia, não faço mais a menor ideia) artigos cheios dessa positividade branca absolutamente inútil.

Era da guarda pretoriana da famiglia Civita, em honra da qual ajudou a criar e nutrir o monstro do antipetismo, de forma fria e calculada, para satisfazer o público alvo da revista – uma pequena burguesia de remediados ignorantes e iletrados, uma gente apavorada que encontrava nos textos dessa senhora uma razão para louvar a própria mediocridade e odiar a esquerda.

Nas eleições de 2018, entre um professor comprometido com a luta pelas desigualdades sociais e um demente rasteiro e cretino, ela optou pelo segundo. Queria, ela mesma afirma, uma “trégua do PT”. Ou seja, é responsável direta pela tragédia em que todos, inclusive os que não votaram em Jair Bolsonaro, estamos metidos.

Lya Luft não está arrependida, nem mesmo pediu desculpas. Está, isto sim, com medo do que vai acontecer a ela e a todos os operadores da direita dentro da mídia que, por ação e omissão, ajudaram a colocar no Palácio do Planalto um psicopata cercado de débeis mentais. Temem um Nuremberg pós-Bolsonaro.

Essa gente não tem que ser perdoada e, principalmente, não deve ser esquecida.

Muito menos tratada como aliada.

Fonte: Brasil 247

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