Eis em riste, a pólis, a ética!
Onde se vê minha bandeira que tão pouco litiga?
Aonde foi meu povo que só grita a cada quatro anos,
em aclamação à empresa futebolística
que se fantasia de patriota conquista?
Por que, então, somos assim
vítimas de nossa própria ignorância?
É a maldita rrrrrrrrr-evolução política!
Acima os velhos infiéis da vida moral justa.
Abaixo aqueles que o povo pede e precisa.
Muito antes, desde antes, vêm:
cães-políticos,
sem politização alguma,
nos avançam sedentos de dinheiro e fama.
Bendita pátria minha,
a política é tudo que temos
para mostrar ao passado e ao futuro
que nós, também,
sabemos mais do que bradar um gol.

Sobre o autor

Reinaldo Filho Bueno mora em Formosa, Goiás onde tem um instituto de estudos, Instituto Galileu. Gosta de viajar e escutar música no seu tempo livre.

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A pólis (πόλις) – plural: poleis (πόλεις) – era o modelo das antigas cidades gregas, desde o período arcaico até o período clássico, vindo a perder importância a partir do domínio romano. Devido às suas características, o termo pode ser usado como sinonimo de cidade-Estado. As poleis, definindo um modo de vida urbano que seria a base da civilização ocidental, mostraram-se um elemento fundamental na constituição da cultura grega, a ponto de se dizer que o homem é um “animal politico“. Essa comunidade organizada, é formada pelos cidadãos (no grego “πολίτικοι”, “polítikoi”), isto é, pelos homens nascidos no solo da Cidade, livres e iguais. (Fonte: Wikipedia)

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