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Macrofotografia: Uma atividade extremamente interessante

A macrofotografia exige pouco de nós. Capacidade de observar o “mundo dos pequenos”, paciência para encontrar uma situação que nos dê vontade de fotografar e um pouco de técnica. Uma câmera fotográfica que tenha o modo “macro” ou, melhor ainda, uma câmera com lentes intercambiáveis.

Por Maythe Souza

Nesse caso, diversas técnicas podem ser utilizadas: filtros “close ups”, lentes invertidas, tubos extensores ou lentes específicas para a macrofotografia, que fornecem ótima qualidade de imagem.

Em todos os casos, a luz é fundamental. Existem flashes específicos para esse fim, mas com um pouco de criatividade é possível criar um difusor de luz adequado para fotografar nossos “modelos”, acoplado a um flash dedicado. O presente difusor eu aprendi a fazer num workshop com o fotógrafo e amigo Valter Patrial (https://www.facebook.com/valter.patrial) numa chácara próxima a Luziânia, pois queríamos fotografar o céu longe da poluição das luzes da cidade.

Para construí-lo, basta uma embalagem de sorvete (branca) de 2 litros e um estilete. Cortar com cuidado, conforme as fotos autoexplicativas (preservar as abas) e sair por aí, fotografando!

ANOTE AÍ:

A macrofotografia é um ramo da fotografia voltada aos pequenos objetos, mostrando aos nossos olhos detalhes muita vezes invisíveis a olho nu, sendo provavelmente este um dos motivos do seu encanto.

Ao iniciar esta breve discussão sobre macrofotografia torna-se necessário salientar alguns termos técnicos utilizados neste ramo da fotografia. Diferente do que costuma ser dito, apenas se aproximar e fotografar um objeto de perto não é macrofotografia. Vamos começar explicando o que é ampliação, um termo muito utilizado.

A ampliação é uma relação numérica entre o tamanho original do assunto a ser fotografado, seja ele um inseto, um selo, uma folha etc. e o tamanho que o mesmo aparecerá no filme, e não no papel.

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Imagine que você irá fotografar um objeto que tenha apenas 5 cm, como um grande grilo. Imagine agora que você fez um enquadramento bem fechado nele, o colocando por inteiro dentro do fotograma, ou seja, o seu grilo terá uma medida de 3,6 cm no filme, a medida de cada fotograma nas câmeras 35 mm. Para calcular a ampliação é só dividir o tamanho do assunto no filme pelo tamanho original do assunto, ou seja: 3,6/5,0 ~ 0,7. Pode-se falar então que a ampliação foi 1:0,7 (1 para 0,7).

Pense agora em uma aproximação maior, colocando apenas parte do grilo na foto, enquadrando 3,6 cm do inseto. No filme ele terá esse mesmo tamanho, ou seja, 3,6 cm. Calculando a ampliação chegamos a 1:1 (um para um), que também é chamado de life size, ou tamanho real, já que o assunto aparecerá no filme do mesmo tamanho que ele realmente é.

Você pode ainda querer uma ampliação maior ainda, pegando apenas 1,8 cm do inseto, fazendo com que este espaço ocupe todo o fotograma. A ampliação será 2:1, ou seja, o objeto terá o dobro do tamanho original quando olhado no filme.

Pensando nos termos relacionados a essa ampliação, começando de uma menor para uma maior ampliação nós temos a fotografia close-up, responsável pelas ampliações entre 1:10 e 1:1. Aumentando a ampliação chegamos a verdadeira macrofotografia, que começa no life size 1:1 e vai até 10:1. Maiores ampliações, ou seja, 10:1 ou maiores já caem no ramo da microfotografia, sendo normalmente utilizado uma câmera fotográfica acoplada a um microscópio.

Fonte: texto do site www.macrofotografia.com.br

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