Contra a fome, contra a carestia e pela democracia, a categoria bancária foi às ruas

Outubro começou com o povo na rua. No dia 2, o movimento brasileiro foi às ruas protestar contra a crise sanitária da Covid-19, contra a carestia e contra a fome, que se alastra pelo Brasil, depois de termos consequido sair do Mapa da Fome da ONU em 2014.

Por Kleytton Morais

Em mais de 250 cidades brasileiras e em vários pontos do planeta, milhares de pessoas protestaram contra Bolsonaro, em manifestações organizadas por partidos políticos, centrais sindicais e movimentos sociais.

Ampliou-se o movimento contra Bolsonaro. Além da CUT, centrais sindicais das mais variadas orientações estiveram presentes, assim como 21 partidos políticos. A participação da categoria bancária foi ativa nos atos do Fora, Bolsonaro.

Também estiveram presentes organizações sociais como Direitos Já, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, Acredito, UNE, Coalização Negra por Direitos e outros movimentos.

BOLSOCARO

O #ForaBolsonaro do dia 2 de outubro foi contra a disparada de preços, contra a carestia e contra a fome que hoje dói no estômago de 19 milhões de brasileiros e brasileiras.

 “Bolsocaro” foi a palavra gritada no 2 de outubro com mais insistência. Rimava com o custo caro do botijão de gás, acima de 100 reais em diversas cidades,  a alta dos alimentos e bens de primeira necessidade.

O desemprego é o pano de fundo de uma conjuntura que só se agrava com o passar do tempo. Não bastasse tudo isso, Bolsonaro ataca diariamente os direitos trabalhistas, as empresas e os bancos públicos e também ataca a democracia.

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Por tudo isso, a categoria bancária foi às ruas. Para que isso passe logo, a categoria bancária não vai sair das ruas!

Sobre o Autor

Líder Sindical. Presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília.

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