Wagôh Pakob: Espaço de vivência da força da floresta

Para quem se desloca por esse Brasil afora em busca de experiências únicas de comunhão com a natureza, no estado de Rondônia, a cerca de 40 km da cidade de Cacoal e a 450 km da capital Porto Velho, o povo indígena Paiter-Suruí oferece roteiros paradisíacos em seu Centro Cultural Indígena Paiter Wagôh Pakob.

Localizado na Aldeia Indígena Paiter Linha 9, uma das 27 aldeias existentes na Terra Indígena 7 de Setembro, do povo Paiter-Suruí, o Wagôh Pakob, que em língua Paiter significa a “força da floresta”, oferece a oportunidade única de um ou mais dias de vivência em uma aldeia indígena, no coração da floresta amazônica.

Ali, sob o olhar atento do turismólogo Gasodá Suruí, coordenador cultural da Aldeia e fundador do Wagôh Pakob, junto com seus irmãos Urariwe e Chicoepab, quem chega de visita recebe sempre o convite para se imergir no vasto e fascinante mundo de uma pequena comunidade indígena de 200 pessoas, entre adultos, jovens e crianças.

O Centro Cultural Wagôh Pakob serve como espaço de repasse de informações dos conhecimentos tradicionais dos mais velhos para os mais novos, para a valorização e preservação da cultura tradicional Paiter-Suruí, e como um local de intercâmbio entre povos indígenas e não-indígenas.

COMO FAZER PARA VISITAR O CENTRO CULTURAL PAITER-SURUÍ

A comunidade Paiter-Suruí gosta muito de visitas e terá imenso prazer em receber você. Veja como fazer para visitar o Centro Cultural Paiter-Suruí:

Toda visita precisa ser pré-agendada via e-mail: culturapaiter@gmail.com

A taxa de entrada é de R$ 20 por pessoa/dia. Serviços de alimentação típica e guias indígenas são calculados à parte, no processo da reserva.

O pacote individual completo, incluindo alimentação, hospedagem, contação de estórias e histórias, pintura corporal, trilhas na mata e convívio com os Paiter-Suruí custa R$ 200 por dia.

Há possibilidade de pernoite ou mesmo de permanência na reserva por vários dias para grupos de até 12 pessoas. Em caso de interesse, deve-se enviar uma proposta para o e-mail de contato do Centro Cultural, contendo objetivos da visita, quantidade de dias e serviços demandados.

O povo Paiter-Suruí agradecerá muito se, depois de sua visita, fotos e comentários forem enviados para a comunidade.

Zezé Weiss – Jornalista Socioambiental.

Gasodá Sur – Líder indígena do povo Paiter-Suruí. Coordenador do Centro Cultural Wagôh Pakob.

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Zezé Weiss

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