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A última carta de Paulo Freire

“(…) Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente,  ofendendo  a  vida,  destruindo o sonho, inviabilizando o amor.

Se a educação sozinha não transforma a sociedade sem ela tampouco a sociedade muda.

Se a nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, da convivência com o diferente e não de sua negação, não temos outro caminho senão viver plenamente a nossa opção. Encarná-la, diminuindo assim a distância entre o que dizemos e o que fazemos.

Desrespeitando os fracos, enganando os incautos, ofendendo a vida, explorando os outros, discriminando o índio, o negro, a mulher não estarei ajudando meus filhos a ser sérios, justos e amorosos da vida e dos outros.”

Paulo Freire (Recife, 19/09/1921 — São Paulo, 2/05/1997) – Educador. A última carta de Paulo Freire foi publicada pela Folha de São Paulo, em 11/05/1997, com a seguinte nota: “Os textos de Paulo Freire eram escritos à mão e depois digitados no computador pela secretária Lilian Contrera. Com ajuda dela, Freire costumava revisá-los na tela, trocando parágrafos de lugar, substituindo palavras e esclarecendo raciocínios, se preciso. Sua última “carta” não foi revisada.”


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Réquiem para o Cerrado – O Simbólico e o Real na Terra das Plantas Tortas

Uma linda e singela história do Cerrado. Em comovente narrativa, o professor Altair Sales nos leva à vida simples e feliz  no “jardim das plantas tortas” de um pacato  povoado  cerratense, interrompida pela devastação do Cerrado nesses tempos cruéis que nos toca viver nos dias de hoje. 

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