Rosca de batatinha: Delicioso  gosto caseiro

Em qualquer padaria, de qualquer esquina, é possível encontrar hoje uma rosca, ou pão-doce. Há de todos os tipos, para todos os gostos. Mas nem sempre foi assim.

Ainda na segunda metade do século passado, as roscas mais saborosas eram feitas em casa, seguindo receitas antigas, muitas vindas de outras terras. A tarefa fazia parte da rotina das mulheres, a quem cumpria fabricar as delícias que chegavam à mesa da família. Era costume também a troca de quitandas e de receitas entre vizinhas. Cuidava-se para que prato enviado cheio não voltasse vazio. E esmerava-se para agradar o paladar alheio.

Pois bem, é este o caso da delícia que a revista Xapuri traz nesta edição: a rosca de batatinha (batata inglesa). A delícia me chegou de surpresa, para o lanche de uma tarde calorenta, nas mãos de uma vizinha paranaense, de nome Ivani, nos anos 1980. Ela recebera o conhecimento de seus antepassados, imigrantes alemães, como gostava de ressaltar. E dela a receita chegou a esta mineira-goiana, que a faz pública.

Da Ivani, não mais tenho notícia, mas a rosca de batatinha permanece reinando por aqui!

Ingredientes

1 kg de farinha de trigo especial

300 gramas de batatinha cozida e amassada

3 ovos

1 xícara de chá de açúcar

2/3 de xícara de manteiga ou margarina

1 colher de sopa de fermento para pão

1 pitada de sal

Leite o quanto baste

Coco ralado para polvilhar

Calda

3 xícaras de leite

1  1/2 de açúcar

Canela a gosto

Modo de fazer

Em uma bacia ou gamela, coloque o fermento, uma colher de açúcar e meia xícara de leite morno. Deixe descansar por mais ou menos 10 minutos. Em seguida, acrescente os ovos, a batatinha, a manteiga derretida, o açúcar, o sal e misture bem. Vá acrescentando a farinha de trigo e sovando. Se preciso, acrescente mais leite, até terminar a farinha (deixe um restinho para usar na hora enrolar as roscas). Sove bastante, até ficar uma massa macia e solta. Deixe descansar até dobrar de tamanho. Depois de crescida a massa, enrole as roscas, deixe crescer novamente e asse. Depois de assadas, pincele fartamente com calda e polvilhe coco ralado. Aí, é só saborear!

About The Author

Lúcia Resende

Mestra em Educação Relações Públicas da ADFFOR (Associação das Pessoas com Deficiência de Formosa – Goiás)

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