Caetano, em memória de Agnaldo: “Não podemos ser o país da morte”

Em homenagem ao cantor Agnaldo Timóteo por ocasião de seu encantamento, por covid-19, neste dia 3 de abril de 2021, aos 84 anos de idade, o cantor e compositor Caetano Veloso escreveu em sua página no Facebook: “Agnaldo representava a vida dos brasileiros, com seus breus e suas luzes. Não podemos ser o país da morte.” Com seus breus e luzes… Veja o texto do post na íntegra:

Por Caetano Veloso

Nessa onda de covid que invadiu um Brasil mais desamparado do que nunca, a coisa parece querer ir fundo no país específico. Agnaldo Timóteo ter morrido dessa doença pandêmica é fato que me faz chorar. Verdadeira voz de cantor, ele exprimia sentimentos fundos da alma brasileira. E há a Galeria do Amor, com ecos do tempo em que, menos americanizados, nos chamávamos de “entendidos”. Temos de reagir à atitude que promove a disseminação do vírus e propicia suas mutações. Agnaldo representava a vida dos brasileiros, com seus breus e suas luzes. Não podemos ser o país da morte.


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