A memória guardará o que vale a pena. A memória sabe de mim mais do que eu;  e ela não perde o que merece ser salvo.” 

Por Pedro Tierra

Escreveu livros como a lava dos vulcões. Essa era sua tinta preferida. E com a infinita ternura com que miramos as criaturas sem defesa que o mundo se empenha em esconder… para ser solidário com elas. SAbia que a memória da pele e a memória da alma devem ser cultivadas como centelhas, nas noites escuras, para termos nas mãos com que acender madrugadas…

Nota da Redação: Num dia de hoje, um 13 de abril, no ano de 2015, o grande escritor uruguaio Eduardo Hugles Galeano, nascido em Montevidéu em 03 de setembro de 1940, partiu dos espaços deste mundo. Nossa homenagem, sempre, ao autor de tantas obras gigantescas, formadora de consciências de gerações e gerações. Seguiremos lendo as Memórias do Fogo, seguiremos refletindo sobre as pílulas de memória de “O Filho dos Dias.’

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