Evento mundial ‘Lula Day’ será dia 27 de outubro, dia do aniversário de Lula

Da Redação Brasil 247

Mesmo sem o Nobel da Paz, Lula será lembrado no mundo inteiro no Lula Day, marcado para 27 de outubro, dia do aniversário do ex-presidente. Eventos estão confirmados na Espanha (Madrid), Portugal (Lisboa), França (Paris), Itália (Verona, Ravena e Bolonha), Alemanha (Berlim), Inglaterra (Londres), Estados Unidos (Nova York) e na Bélgica”.

Gabriela Lima, brasileira que vive na Itália, afirma que “a ideia veio de ‘plagiar’ o Mandela Day e porque reconhecemos a inocência de Lula e, principalmente, o legado dele por pensar e agir com honestidade e amor pela população carente.”

A reportagem do jornal GGN destaca que “ela sugeriu a ação para outra companheira de militância, Giuditta Ribeiro que, em pouco mais de duas semanas de organização, conseguiu a adesão de coletivos políticos formados por brasileiros em vários países.”

A matéria ainda acrescenta que “no Brasil, grupos pró-Lula também aderiram à proposta e devem realizar festividades e atos em favor do ex-presidente em diversos pontos do país no dia do seu aniversário. “Lula não pode ser esquecido, tem que ficar na memória por tudo o que ele fez pelo nosso Brasil”, defende Giuditta. “Eu acho que [o Lula Day] deve ser um memorial, um legado, que nós todos devemos levar avante para aqueles que estão por vir conhecerem sua história”, reforça a militante.

Coletivos de brasileiros pelo mundo lançam ‘Lula Day’ em 27 de outubro

Eventos serão realizados na data de aniversário do ex-presidente em, pelo menos, oito países além do Brasil, chamando atenção para ‘prisão arbitrária’ do petista

“A ideia veio de ‘plagiar’ o Mandela Day e porque reconhecemos a inocência de Lula e, principalmente, o legado dele por pensar e agir com honestidade e amor pela população carente”, conta ao GGN a ativista Gabriela Lima, brasileira que hoje vive e trabalha na Itália.

Ela sugeriu a ação para outra companheira de militância, Giuditta Ribeiro que, em pouco mais de duas semanas de organização, conseguiu a adesão de coletivos políticos formados por brasileiros em vários países.

No Brasil, grupos pró-Lula também aderiram à proposta e devem realizar festividades e atos em favor do ex-presidente em diversos pontos do país no dia do seu aniversário.

“Lula não pode ser esquecido, tem que ficar na memória por tudo o que ele fez pelo nosso Brasil”, defende Giuditta. “Eu acho que [o Lula Day] deve ser um memorial, um legado, que nós todos devemos levar avante para aqueles que estão por vir conhecerem sua história”, reforça a militante.

O “Mandela Day”, usado como inspiração para os movimentos que defendem o ex-presidente Lula, é comemorado todo 18 de julho, dia de nascimento do ex-mandatário da África da Sul. Ele ficou conhecido pela luta contra o Apartheid, regime de segregação entre brancos e negros em seu país. A data comemorativa foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em novembro de 2009, reconhecendo a contribuição de Mandela “para a cultura, paz e liberdade” e “dedicação ao serviço da humanidade através de seu trabalho nas áreas de resolução de conflitos relações inter-raciais”.

Giuditta explica que o objetivo central do Lula Day vai além de reconhecer a inocência do ex-presidente, porque inclui o papel dele em causas que buscam maior inclusão e igualdade social no Brasil.

“Lula é livre em cada um de nós, Lula é história e, Lula Day, é um ato de memória”, diz o texto inicial do projeto usado na articulação da “manifestação global” da festividade.

O desejo do grupo é que, assim como no “Mandela Day”, o “Lula Day” se repita todos os anos. Eles ainda destacam que o tom maior dos eventos neste ano será contra “a prisão injusta e ilegítima do maior líder político da história do Brasil”.

O cartunista Fernando Carvall, que está colaborando com a padronização das imagens de divulgação dos atos do dia 27 de outubro, avalia que Lula “é um símbolo mundial”.

“Ele foi o melhor presidente, conseguiu unir desenvolvimento com inclusão social, tinha, tem, um projeto de país, para todos, sobretudo os mais pobres. Por conta disso, hoje, é um preso político”, considera.

Fonte: Jornal GGN  Brasil 247

Salve! Este site é mantido com a venda de nossas camisetas. É também com a venda de camisetas que apoiamos a luta do Comitê Chico Mendes, no Acre, e a do povo indígena Krenak, em Minas Gerais. Ao comprar uma delas, você fortalece um veículo de comunicação independente, você investe na Resistência. Comprando duas, seu frete sai grátis para qualquer lugar do Brasil. Visite nossa Loja Solidária, ou fale conosco via WhatsApp: 61 9 9611 6826.

 

 

 

Leave a Reply

Your email address will not be published.