Por Altair Sales Barbosa, Jaime Sautchuk

“nenhum rio

morre de repente

a bala que

mata o rio

é descaso

lixo e gente

 

nenhum rio

morre por acaso

a bala que

mata o rio

é gente

lixo e descaso

 

todo rio

morre devagar

se a gente

deixar que

lixo cobiça

e descaso

matem o rio

TT Catalão

Desde meus tempos de estudante do antigo ensino primário e ginasial que aprendi lendo os livros de geografia, e com os meus professores, que o Brasil possuía a maior ilha fluvial do mundo.

A Ilha do Bananal, formada pela bifurcação do rio Araguaia, mantinha seu braço esquerdo com o nome de Araguaia e o braço direito com o nome de Javaé, denominação tomada emprestada dos índios Javaé, pertencentes ao mesmo grupo linguístico da nação Karajá. Esses últimos habitam mais às margens do Araguaia, enquanto os Javaé estão mais nos domínios das águas do rio Javaé.

A junção dos dois braços ocorre próxima à cidade de Formoso, hoje estado do Tocantins. Por força da minha formação universitária, por várias vezes fazia visita regular à então Ilha do Bananal para estudos antropológicos e geológicos. Era comum adentrar a ilha pelo Javaé, para isso atravessávamos nossos carros em balsas, com capacidade de transportar até três caminhões.

O tempo foi passando e trouxe para a realidade novos projetos, com base em novas tecnologias, fato que foi acompanhado de grandes transformações ambientais e sociais em todo o vale do rio Araguaia e adjacências.  Segundo o geólogo Maximiliano Bayer, da UFG, a cada ano o rio Araguaia fica mais largo e menos profundo, consequência das grandes modificações ocorridas no vale.

Com o incremento desses grandes projetos e a criação do estado do Tocantins, que transformou o Projeto Rio Formoso (caracterizado pela  implantação de  barramentos em áreas sem aptidões para tal) no maior projeto de irrigação do estado, para produção de grãos e melancia, e a introdução de pastagens exóticas no interior da Ilha para o sustento do agora já grande pastoreio, foram minando as águas do Javaé até chegar à situação atual, com o desaparecimento do braço direito do Araguaia e, como consequência, a extinção da maior ilha fluvial do mundo.

Entretanto, para que possamos entender esse processo, torna-se necessário alargarmos um pouco o horizonte e compreendermos a sub-bacia hidrográfica do Araguaia como um todo.

A noção de que “rio novo” seja aquele que ainda esteja definindo o seu leito principal não é correta. Calcular a idade de um rio, tomando como base a quantidade de sedimentos que transporta, ou simplesmente atribuir o seu período de existência, associando-o à origem geológica dos terrenos percorridos por suas águas não são parâmetros seguros, nem podem ser generalizados.

Meandros abandonados, ao invés de significarem indícios juvenis, podem significar indícios de longevidade. Devem ser vistos como capítulos da história evolutiva de um rio. O transporte e o depósito de sedimentos dependem das formações geológicas regionais e das feições geomorfológicas. Se a idade geológica dos terrenos fosse também o único padrão utilizado para determinar a idade de um rio, isso causaria uma extrema confusão.

O rio Araguaia percorre terrenos Paleozoicos com milhões de anos, mas também percorre terrenos bem recentes, que ele próprio formou pelo transporte de sedimentos, e que às vezes não atingem o tempo de um século.

O tempo de vida de um rio pode ser definido por vários fatores, como largura e extensão da bacia hidrográfica, pelos fenômenos geológicos ocorridos regionalmente pela história evolutiva que possibilitou a formação das paisagens etc. Entretanto, nada disso é compreensível, se não tivermos em mente que um rio não cresce para baixo, mas para cima, sempre à montante.

Nesta perspectiva, o rio Araguaia pode ser considerado como um dos mais antigos da história hidrográfica moderna da América do Sul. Teve suas origens associadas aos fenômenos de ordem geológica, climática e geomorfológica, que formaram as paisagens modernas do Planeta, ou seja, as paisagens que existem atualmente e que tiveram seu início no alvorecer da Era Cenozoica, por volta de 65 milhões de anos antes do presente.

Essa idade refere-se apenas a uma fração de tempo, em relação às primeiras paisagens da Terra, que datam de 4 bilhões e 600 milhões de anos, mas, por outro lado, é o mais antigo capítulo evolutivo da história recente da Terra.

A história do rio Araguaia está associada aos fenômenos que contribuíram para a consolidação do Sistema Biogeográfico do Cerrado. Os movimentos epirogenéticos, ou a subida lenta de grandes áreas que formaram o Planalto Central Brasileiro, mudaram a direção de alguns cursos d’água que hoje correm para o Araguaia e possibilitaram que o próprio rio Araguaia começasse uma trajetória que o levasse através do Tocantins/Amazonas até o oceano Atlântico.

O RIO ARAGUAIA

O rio Araguaia nasce em território goiano, na borda norte de uma extensão de área sedimentar de idades que vêm desde a Era Paleozoica. Essa área é denominada geologicamente de Bacia Sedimentar do Paraná, em cotas próximas a 900 metros, na região do entorno do Parque Nacional das Emas, no Município de Mineiros.

No curso de seus primeiros 300 quilômetros, o rio Araguaia corre em rochas sedimentares, com seu vale bem encaixado, seguindo a estrutura dessas rochas até atingir a planície do Bananal. A principal feição geológica nesse trecho é o Domo do Araguainha, estrutura de impacto de meteoro que, embora tenha seu núcleo em Mato Grosso, na cidade de Araguainha, possui grande influência na geomorfologia do curso superior do Araguaia.

No início da planície do Bananal, afloram rochas gnáissico-graníticas e vulcano-sedimentares de idade Pré-Cambriana que formam, geologicamente falando, o embasamento ou substrato da grande bacia sedimentar do Paraná.

Desde sua nascente até a planície do Bananal, o rio Araguaia desce de cotas de 900 metros para cotas próximas de 300 metros, adquirindo feições de rio juvenil encaixado, passando, a partir da planície, a desenvolver seu percurso sinuosamente em meandros, evidenciando assim formas geomorfológicas com características de rio de curso normal.

A partir da planície, também podem ser observados afloramentos de rochas Quaternárias de deposição recente em contato sobreposto às rochas Pré-Cambrianas.

A planície do Bananal é uma extensa fossa tectônica em atividade, que tem o seu fundo já subsidio em aproximadamente 5.000 metros, desde o período Cretáceo, e continua nesse processo dinâmico de movimento descente.

O comportamento dessa fossa tectônica termina na sua ponta norte, já no estado do Tocantins, extremo norte da Ilha do Bananal. A partir desse ponto, o rio adquire uma nova feição juvenil, encaixado em rochas estritamente Pré-Cambrianas até sua barra no rio Tocantins, junto à cidade de Marabá, na região conhecida como Bico do Papagaio.

O rio Araguaia é alimentado no seu curso superior por águas do aquífero Guarani, associado às formações geológicas Botucatu e Bauru; a partir do seu curso médio, os aquíferos Urucuia e Bambuí são responsáveis maiores pela sua alimentação.

A recarga desses aquíferos depende da água da chuva que cai nos chapadões e de sua absorção pela vegetação nativa do Cerrado. Todavia, esses aquíferos se encontram em situações melindrosas, porque não estão sendo recarregados o suficiente para manter a perenidade e o fluxo d’água para as nascentes, córregos e afluentes que alimentam o Araguaia.

Diante do exposto, pode-se colocar a seguinte indagação: Por que o rio Araguaia ainda não desapareceu?

Felizmente conhecemos algumas respostas. A principal se refere aos níveis dos lençóis freáticos, que são aqueles depósitos acumulados durante os dois últimos períodos chuvosos. A água desses lençóis, em função da declividade do terreno, escorre direto para a calha do grande rio.

Esses lençóis ainda se encontram em condições razoáveis de preservação, tendo em vista as condições pluviométricas, que se têm mantido constantes, e a condição dos ambientes ciliares, razoavelmente preservados.

Com a possibilidade de redução dos ambientes ciliares, pelas mudanças propostas no Código Florestal Brasileiro, grande parte do lençol freático será inevitavelmente afetada ao longo do rio, o que resultará numa diminuição drástica do seu volume de água, num processo crescente, até afetar a vida do próprio rio.

Diferentemente dos sólidos, a água não possui força de resistência, fluindo em qualquer tipo de declividade. O escoamento das águas pluviais depende da capacidade de infiltração. Se a água da chuva encontra um solo desprotegido, sem vegetação original, a infiltração diminui acentuadamente, aumentando a velocidade do escoamento superficial e causando erosões e assoreamento.

Correntes fluviais recebem água de vários pontos, incluindo o fluxo laminar e a chuva que cai diretamente nos canais. Entretanto, o fluxo de canal proveniente das chuvas é um fenômeno efêmero.

O que mantém a perenidade de um rio é a água fornecida pela umidade do solo e pelos aquíferos. Em ambos os casos, a retirada da cobertura vegetal reduz a umidade do solo e a reserva de água nos aquíferos, fatores que afetam diretamente a vida de um rio.

O rio Araguaia, em função de sua história evolutiva e, também porque já atingiu seu estágio de equilíbrio, num tempo mais curto que possamos imaginar, se transformará num ambiente desolador, triste e sem vida, se as modificações ambientais na sua sub-bacia continuarem crescendo no ritmo atual.

Infelizmente, o progresso em ciência não é fácil. Os argumentos que, finalmente, levam a ciência a avançar são muitas vezes desagradáveis. Nós pesquisadores não temos ainda total domínio de tecnologias eficazes para recuperação de áreas com degradação acentuada.

Portanto, se quisermos evitar um desastre ambiental e uma convulsão social futura, o melhor caminho é a preservação.

O RIO JAVAÉ

Considerado um braço menor do rio Araguaia, o rio Javaé, ou Javaés, recebe as águas do próprio Araguaia e do rio Verde e se estende pelos municípios de São Miguel do Araguaia (GO), Sandolândia (TO), Formoso do Araguaia (TO), Lagoa da Confusão (TO) e Pium, também no Tocantins.

Conhecido por ser um rio excelente para a pesca, com grande variedade de espécies e grande quantidade de peixes como a pirarara, o filhote, o tucunaré, o piau, o pacu, a piranha, o mandi, a curvina, a cachorra, o pintado e o pirarucu, o Javaé vem secando sistematicamente cada vez mais a cada estação.

Em matéria de setembro de 2019, o t1noticias (https://www.t1noticias.com.br/) registra a situação crítica do Javaé, cujo leito está praticamente seco no local onde se encontraria com o rio Araguaia, com a falta de água impactando diretamente a vida dos peixes, dos jacarés e da própria Ilha do Bananal:

Segundo o Ministério Público do Tocantins (MPE), a situação do Javaés está relacionada à crise hídrica que atinge o Rio Formoso, pois os dois são parte da mesma bacia. E foram essas situações na região da Bacia do Rio Formoso que fez (sic) com que, em 2016, o MPE ajuizasse uma ação buscando o equilíbrio entre o uso dos recursos hídricos da bacia do Rio Formoso, que é uma sub-bacia do rio Araguaia, de forma sustentável, e o atendimento à demanda do Projeto Rio Formoso, quem tem como foco a agricultura irrigada.

Desde junho de 2019, os produtores da região estão proibidos de captar água no Rio Formoso. No pedido de suspensão da captação de água no local, o órgão apontou que “enquanto falta água nos rios Formoso, Javaés e demais rios menores da Bacia do Formoso e Araguaia, os rios, barramentos, canais e sistemas de irrigação privado permanecem cheios de água, representando uma verdadeira transposição das águas, muitas vezes com a autorização do Comitê de Bacias, de órgãos de Governo e de técnicos, desconsiderando a fauna e a flora da região como um todo”.

Além disso, um acordo judicial viabilizou a implementação do Projeto Gestão de Alto Nível, que reúne MPE, Universidade Federal do Tocantins (UFT) e Associação de Produtores Rurais do Sudoeste do Tocantins (Aproest).

O projeto de gestão fez a instalação de medidores de vazão em todas as 94 bombas de captação de água pertencentes aos projetos agrícolas, em que ficam registrados os dias e horários em que as bombas foram ligadas, bem como o volume de água retirado do leito do rio. O monitoramento funciona 24 horas, tendo como maior vantagem o controle dos recursos hídricos em períodos de estiagem e crise hídrica.

A suspensão da captação de água no Rio Formoso não agradou os produtores da região. Representantes da Aproest estiveram na Assembleia Legislativa do Estado no início do mês de setembro para pedir a mediação do conflito com ambientalistas e MPE, alegando que sem a água do Rio do Formoso a agricultura na região fica no prejuízo. O assunto segue em debate na região, mesmo estando a Ilha do Bananal em risco de extinção.

A ILHA DO BANANAL

Bananal tinha bossa de jardim e o posto de maior ilha fluvial do mundo. E cheirava a mares do sul, entre seus rios que traziam o gosto original de primeira água. As praias brilhavam como neve. As areias, finas, davam ao tato sensação de seda esfarelada, como ainda ocorre no leito e nas margens do Araguaia. Escorregam suavemente pelos dedos de quem tenta prendê-las.

Voltando aos parâmetros específicos da Ilha, ela foi descoberta em julho de 1773 pelo sertanista José Pinto Fonseca. Inicialmente, recebeu o nome de Ilha de Sant’Ana. O nome Bananal surge em virtude da grande quantidade de pacova existente no seu interior. Trata-se de uma planta cujas folhas se assemelham às da bananeira, originária da Índia.

A Ilha do Bananal sempre foi considerada um laboratório vivo, tanto do ponto de vista da geologia como da vida silvestre e da antropologia. É reserva ambiental brasileira desde 1959 e é considerada reserva da biosfera pela UNESCO desde 1993.

Na realidade, dentro dos limites da antiga Ilha do Bananal existem quatro unidades de conservação. Na parte sul encontra-se a Terra Indígena Parque do Araguaia; na porção norte e nordeste está o Parque Nacional do Araguaia, ao qual se sobrepõem a Terra Indígena Iñawébohona, a nordeste, e a Terra Indígena Wyhyna/Iròdu Irana, ao norte.

DE GETÚLIO A JK UM SÍMBOLO NACIONAL

Entretanto, a Ilha do Bananal também foi vista como área estratégica para conquista dos Sertões de Dentro. E, nessa perspectiva, Getúlio Vargas, então presidente do Brasil, visita-a em 1940, para sedimentar a partir de então o grandioso empreendimento denominado Marcha para o Oeste, com o objetivo de contactar índios arredios e estabelecer um plano para o povoamento do interior do Brasil a partir do Centro-Oeste do País.

Passada pouco mais de uma década, foi a vez do também presidente Juscelino Kubitschek mirar aquela faixa de dois milhões de hectares, com 330 km de comprimento (sentido Sul-Norte) e 160 km de largura, no sudoeste do que é hoje o estado de Tocantins. JK pretendia transformá-lo em pólo turístico e chegou a construir um refinado hotel num ponto estratégico daquele encantador espaço do território brasileiro.

Por fim, nas últimas décadas a agricultura predatória, a mineração, o garimpo e a exploração desordenada de outros recursos naturais fizeram desaparecer o que era a Ilha do Bananal. Como a água, que sumiu, de igual modo os povos indígenas ali habitantes foram sendo dizimados pelo tipo de ocupação que vem sendo implantado pelos agentes da chamada sociedade dominante.

VIDA INDÍGENA AMEAÇADA

A Ilha do Bananal, desde tempos remotos, foi o paraíso dos índios Karajá, cuja grande nação se divide em Javaé, que habitam as margens do rio Javaé, dentro da ilha, e grupos menores como os Karajá de Aruanã e os Xambioá, ambos habitantes do Vale do Araguaia.

Bananal fica a 580 km de Brasília, com suas bananeiras, cerca de duas centenas de 200 Karajá, que eram 800 índios robustos quando Getúlio acampou na ilha, mas já foram pelo menos 15 mil, até o início do século passado.  A principal das aldeias Karaja é Imuti, que se liga por picada alagada a Santa Isabel, por onde JK ocupou aqueles pedaços rudes de Brasil.

Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter seus costumes tradicionais como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais da Festa de Aruanã e da Casa Grande, os enfeites plumários, as cestaria e o artesanato em madeira e barro, além das pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face.

Textos históricos informam ter havido duas frentes de contato com a Sociedade Nacional. A primeira é representada pelas missões jesuítas da Província do Pará, assinalando a presença do Padre Tomé Ribeiro, em 1658, que se encontrou com os Karajá do baixo Araguaia, provavelmente os Xambioá (ou os Karajá do Norte, como preferem ser chamados).

A segunda frente de contato está relacionada com as bandeiras paulistas rumo ao Centro-Oeste e Norte do Brasil, como a expedição de Antônio Pires de Campos, que se estima ter ocorrido entre os anos de 1718 a 1746. A partir destas, várias outras expedições visitaram os Karajá ao longo dos anos e estes foram obrigados a manter um contato constante com a nossa sociedade.

Mais recentemente, outros grupos indígenas fazem incursões até a Ilha, como é o caso dos Tapirapé e dos Xerente. No final do século XX, um pequeno grupo de Avá-Canoeiro habita áreas do Parque Nacional do Araguaia, levados até aí por Apoena Meirelles.

Os Xavante vivem na região, pras bandas de Mato Grosso. Ao norte da ilha fica o “Bico do Papagaio”, ponto geográfico que marca a confluência dos rios Tocantins e Araguaia. É lá que moram os Apinajé que, como os Xavante, tradicionalmente costumam fazer caça pacífica no território dos Karajá.

Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), um pequeno grupo de Avá-Canoeiro vive atualmente numa área de mata fechada na parte central do território de Bananal. Nômade, essa etnia ficou conhecida como “índios negros de Goiás”, na década de 1970, quando um grupo deles ressurgiu no estado, em andanças que causaram polêmicas, até ser contatados pelo sertanista Apoena Meirelles.

Também esses índios evitam contato com as cidades e vilas da região, como forma de se resguardar da violência que marca as relações sociais por ali. Grileiros, ruralistas e mineradores tentam impor seu mando pela força, atingindo indígenas e trabalhadores rurais instalados em pequenas propriedades.

Imagino a força do impacto nas mentes dessas populações, ao olharem para suas lagoas, seus rios interiores e o próprio Javaé, e verem – como também sentirem – todos agonizando em meio a tanta penúria.

Altair Sales Barbosa – Pesquisador do CNPq. Sócio Titular do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Pesquisador da    UNIEVANGÉLICA-Anápolis. Presidente do IAS.

Jaime Sautchuk – Jornalista.

Fotos: Divulgação

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