Agosto é o mês mundial do aleitamento materno.

Embora a amamentação seja fundamental para o desenvolvimento da criança e a redução da mortalidade infantil, no mundo inteiro apenas 38% das crianças são amamentadas.

Estudos mostram que a amamentação é capaz de salvar a vida de 13% das crianças menores de cinco anos por causas preveníveis e que o estímulo à amamentação preventiva salva a vida de cerca de 6 milhões de crianças por ano.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) trabalha com a meta de que 50% das crianças do mundo recebam o leite materno pelo menos durante os primeiros seis meses de vida até o ano 2025. Por essa razão, no mês de agosto, ações em todo o mundo são voltadas para a Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM).

No Brasil, a aprovação pelo Congresso Nacional da Lei do “Agosto Dourado” (PL 3452/15) fortalece a defesa do direito da mulher brasileira de exercer o ato amoroso de amamentar. Porém, para o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os cortes nos direitos trabalhistas afetarão diretamente os resultados das campanhas de aleitamento materno.

Esses cortes são muito preocupantes porque, na medida em que se coloca gestantes em ambientes insalubres, permite contratos de trabalho intermitentes, e enfraquece a capacidade das trabalhadoras de negociarem com o patrão, colocam em risco o direito da mulher de amamentar,” diz Padilha.

 

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