Munduruku na ABL: a saga do neto do Apolinário

Munduruku na ABL: a saga do neto do Apolinário “E mesmo que toda a gente / fique rindo, duvidando / destas estórias que narro / não me importo: vou contente / toscamente improvisando / na minha frauta de barro”. (Luiz Bacellar. 1963. Frauta de Barro) Por José Ribamar Bessa Freire/TaQuiPraTi Desculpem insistir, mas o bairro de …

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