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poesia

Nicolas Behr: O descobridor de Brasília

Nicolas Behr: O descobridor de Brasília Se formos desencavar a gênese de Brasília, no baú encontraremos os nomes de Cruls, o inventor; Niemeyer, o criador; JK, o implantador; e Nicolas Behr, seu descobridor. Um, com mapas e astronomia. Outro, com arquitetura e urbanismo. Outro mais, com projetos e concreto armado. E o seguinte, com poesia. …

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Mãos Contrárias: Mãos ásperas, mãos agrestes

Mãos Ásperas, Mãos Agrestes, Mãos Contrárias

Mãos Ásperas, Mãos Agrestes, Mãos Contrárias Minhas mãos não nasceram para as palavras, mas para as ações pesadas que tantas vezes dispensam o tão inútil pensar. Minhas mãos em sua essência são mãos ásperas, agrestes, que de rugas se revestem na perpetuagem do tempo. Minhas mãos nasceram para amansar cavalos e segurar bois. Procuram, no …

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Não te rendas!

Não te rendas! O poema Não te rendas, atribuído ao poeta uruguaio Mario Benedetti, é umas das peças literárias mais lindas, animadoras e libertárias  da poesia Latino Americana   Não te rendas, ainda é tempo De se ter objetivos e começar de novo, Aceitar tuas sombras,… Enterrar teus medos Soltar o lastro, Retomar o voo. Não …

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Fábula, arte-carnaval/ Armorial fantasia/ Alma em teletransporte/ Carnaval é poesia

Fábula, arte-carnaval Armorial fantasia Alma em teletransporte Carnaval é poesia – CARNAVAL  Cordões pelas avenidas Balanço que dá vertigem A multidão se sacode Manda embora a fuligem Touro, Câncer e Aquário Áries, Leão, Libra e Virgem Serpentinas e confetes Pierrô-arlequim-colombina Samba, choro e marchinhas Frevo, transmistura fina Escolas de Samba, blocos O Carnaval nos ilumina …

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Florisvaldo Mattos: Gustavo Dourado, Poeta do Apocalipse

Gustavo Dourado, Poeta do Apocalipse: Com este título,  o jornalista e escritor baiano Florisvaldo Mattos, ocupante da Cadeira 31 da Academia Baiana de Letras,  membro da  Comissão Editorial Selo Letras Brasília,  desenhou o magistral perfil do poeta Gustavo Dourado, patrimônio da Cultura e das Letras do Distrito Federal e do Brasil: Sob o signo da invenção, …

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Mario Quintana: O que eu tenho? É uma estrela em desatino…

Minha estrela não é a de Belém: A que, parada, aguarda o peregrino. Sem importar-se com qualquer destino A minha estrela vai seguindo além… Meu Deus, o que é que esse menino tem? – Já suspeitavam desde eu pequenino. O que eu tenho? É uma estrela em desatino… E nos desentendemos muito bem ! E …

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