Irmão de Lula diz que procuradores trataram familiares do ex-presidente como “cachorros”

“Você pode ter pavor de seu adversário, mas não tratá-lo como objeto, como cachorro. A Lava Jato tratou todos assim. Nunca imaginei que poderia chegar a tal ponto”, afirmou Frei Chico

“O que li ali é o mais baixo nível que o ser humano pode chegar. Você pode ter pavor de seu adversário, mas não tratá-lo como objeto, como cachorro. A Lava Jato tratou todos assim. Nunca imaginei que poderia chegar a tal ponto”, disse Frei Chico, ao Radar, da Veja.

Mensagens publicadas pelo Intercept mostraram que os integrantes da força-tarefa ironizaram a morte da ex-primeira-dama Marisa Letícia. “Estão eliminando as testemunhas”, disse o procurador Januário Paludo. Nas mensagens privadas do Telegram, obtidas por uma fonte anônima, eles dizem que Lula “faria uso político” da morte de sua esposa e ainda questionam a causa da morte de Marisa.
Veja também:  Chico Pinheiro, da Globo, critica procuradores que ironizaram morte de Marisa Letícia: “Revelação de caráter”

Nesta terça-feira (27), uma das procuradoras da força-tarefa, Jerusa Viecili, pediu desculpas a Lula. Quando morreu o neto do petista, Arthur Araújo Lula da Silva, em março de 2019, ela postou “preparem para nova novela ida ao velório”. “Errei. E minha consciência me leva a fazer o correto: pedir desculpas à pessoa diretamente afetada, o ex-presidente Lula”

Foto: Eduardo Matysiak

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