As últimas revelações do The Intercept BR em parceria com UOL Notícias, sinalizam que os Procuradores da Lava Jato cometeram muito mais do que os crimes já revelados. Foram sádicos e irônicos com a dor do ex-presidente Lula nos episódios da morte de sua esposa Marisa Letícia, seu irmão Vavá e seu neto Arthur

O Procurador Deltan Dallagnol comparou dona Marisa com um vegetal: “Um amigo de um amigo de uma prima disse que Marisa chegou ao atendimento sem resposta, como vegetal”. A Procuradora Laura Tessler foi impiedosa com os sentimentos do Lula: “Quem for fazer a próxima audiência do Lula, é bom que vá com uma dose extra de paciência para a sessão de vitimização”. O Procurador Antônio Carlos Welter disse que “a morte da Marisa fez uma mártir petista e ainda liberou ele pra gandaia sem culpa ou consequência política“.

O prazer mórbido, a capacidade dos procuradores em sentir prazer com o sofrimento do ex-Presidente é um distúrbio psicológico e mostra a degradação moral e ética de suas atividades na condução e no propósito da Lava Jato. A liberdade de Lula, quando vier, vai trazer à superfície uma horda de gente sórdida, vil e infeliz, que se alimenta da tristeza e do fracasso do outro. Vincit omnia veritas!

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